Debatedores:

Pedro Henrique Campos (UFF)
Fabio Antonio de Campos (Unicamp)
Pedro Paulo Zahluth Bastos (Unicamp)
Local: Auditório Jorge Tápia (IE-Unicamp)







No atual contexto de economias financeirizadas e integradas, a atuação dos Bancos Centrais torna-se muito mais complexa, sobretudo em países emissores de moedas periféricas. Na América Latina, muitos países convivem com uma ameaça permanente de fuga de capitais, taxas de câmbio muito voláteis e incômodas taxas de inflação, o que amplia enormemente as dificuldades para o exercício da política monetária e para a regulação financeira por parte dos Bancos Centrais.







Há dois séculos, em Trier, na Alemanha, nascia aquele cujos trabalhos revolucionariam os campos de pesquisa da filosofia, da ciência política, da sociologia e da economia de meados do século XIX até os dias de hoje: Karl Marx.







O mundo está atravessando as primeiras etapas de profundas transformações nos padrões de produção, concorrência, modelos de negócio, consumo e estilos de vida. Os vetores destas transformações atuam tanto do lado da demanda, a partir do envelhecimento das populações, das aspirações e frustrações das classes médias, dos desafios da mudança climática; quanto do lado da oferta, a partir da aceleração dos avanços da ciência e da tecnologia, da digitalização e da conectividade cada vez mais abrangentes, do ingresso de novos protagonistas na concorrência internacional e da adoção de estratégias nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) proativas.







Este evento é organizado como parte das diversas atividades feitas durante o ano de 2018, em comemoração aos 50 anos do Instituto de Economia. E tem como principal objetivo promover a troca de experiências e vivências entre a comunidade acadêmica. Evento idealizado para um dia de atividades referente à temática: Afroempreendedorismo, e para demonstrar os resultados desse tipo de negócio, será realizado em conjunto com as mesas e debates, nas dependências da unidade uma Feira de Criatividades com a presença de alguns microempresários de Campinas e região, produtos como acessórios, roupas, livros, cosméticos entre outros.







A literatura aborda que diversos países, notadamente os países centrais, passaram ou vem passando por uma perda de seus tecidos industriais nas últimas décadas. Isso vem ocorrendo particularmente em função da transferência de diversas atividades produtivas para fora dos territórios nacionais (offshoring), com especial concentração rumo aos países asiáticos.







O fim do arranjo de Bretton Woods representa um momento de inflexão na história recente do sistema capitalista global. Em um contexto de liberalização dos fluxos de capitais e desregulamentação e integração dos mercados financeiros internacionais, a propriedade e gestão de múltiplas modalidades de ativos financeiros tornaram-se fenômenos típicos do capitalismo atual. Nesse sentido, as operações financeiras ocuparam espaço cada vez mais significativo na gestão de ativos e passivos por parte das famílias e das empresas “financeiras” e “não-financeiras”. A utilização disseminada do termo “financeirização” para caracterizar diversas (e muitas vezes contraditórias) faces desse fenômeno de dominância financeira tem convertido o debate acadêmico sobre o tema em uma verdadeira “Torre de Babel”.







Por ocasião do aniversário de 70 anos da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), que coincide com os 50 anos do IE/Unicamp, organizamos mais um evento comemorativo e de reflexão. Será na segunda-feira, 01 de outubro de 2018, a partir das 14:30 no Auditório Jorge Tapia.