EVENTO

A literatura aborda que diversos países, notadamente os países centrais, passaram ou vem passando por uma perda de seus tecidos industriais nas últimas décadas. Isso vem ocorrendo particularmente em função da transferência de diversas atividades produtivas para fora dos territórios nacionais (offshoring), com especial concentração rumo aos países asiáticos.







EVENTO
O fim do arranjo de Bretton Woods representa um momento de inflexão na história recente do sistema capitalista global. Em um contexto de liberalização dos fluxos de capitais e desregulamentação e integração dos mercados financeiros internacionais, a propriedade e gestão de múltiplas modalidades de ativos financeiros tornaram-se fenômenos típicos do capitalismo atual. Nesse sentido, as operações financeiras ocuparam espaço cada vez mais significativo na gestão de ativos e passivos por parte das famílias e das empresas “financeiras” e “não-financeiras”. A utilização disseminada do termo “financeirização” para caracterizar diversas (e muitas vezes contraditórias) faces desse fenômeno de dominância financeira tem convertido o debate acadêmico sobre o tema em uma verdadeira “Torre de Babel”.







Por ocasião do aniversário de 70 anos da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), que coincide com os 50 anos do IE/Unicamp, organizamos mais um evento comemorativo e de reflexão. Será na segunda-feira, 01 de outubro de 2018, a partir das 14:30 no Auditório Jorge Tapia.







Entender a desigualdade da distribuição de riqueza no mundo é um dos principais desafios enfrentados por economistas e desenvolvedores de políticas públicas. Desde 2011, um novo índice pretende apresentar de maneira mais clara a situação, iluminando aspectos que permaneciam escondidos nas medições anteriores. O Índice Palma, por meio de uma razão simples entre a renda dos 10% mais ricos e a dos 40% mais pobres de cada país, sinaliza o locus do desajuste estrutural que perpassa todas as sociedades capitalistas, independente de seu nível de riqueza. José Gabriel Palma, cujos estudos deram origem à medida, participou nesta terça-feira (11), das comemorações dos 50 anos do Instituto de Economia (IE) da Unicamp, com a palestra "Por que a desigualdade é tão desigual em todo o mundo?".







LIVRO
Fernando Nogueira da Costa

Estas memórias constituem uma autobiografia intelectual, configurando-se como uma narrativa simultaneamente reflexiva, didática e pessoal. Adoto a forma de um relato analítico e crítico, dando conta do meu desenvolvimento como aluno e professor nos aspectos didático e científico, tendo como base os estudos e as pesquisas realizados mais recentemente em Economia. Recordo os acontecimentos mais marcantes da minha trajetória acadêmico-profissional no IE-UNICAMP.







O capitalismo é um sistema inerentemente repleto de contradições. De um lado, um imenso estoque de riqueza acumulada e uma capacidade ímpar de geração de nova riqueza. De outro, desigualdade socioeconômica, desemprego estrutural, precarização das relações de trabalho, degradação do meio-ambiente e reificação das relações sociais.







O professor Prof. Makram El-Shagi, da Henan University (China), tratou das especificidades da política monetária na China, advindas de um sistema financeiro bastante controlado, com múltiplas taxas de juros e com segmentações de mercado.







Em tempos de barbárie no Brasil e no mundo, provocada pela crise estrutural do capital, se faz uma urgência teórica: o estudo do passado a partir da longa duração, se apropriando da raiz dos principais problemas, de modo a extrair sínteses estruturais capazes de armar novamente o pensamento social para a ação. É justamente esta a motivação desse seminário, que também lançará o livro: “Formação Econômica do Brasil: herança colonial, industrialização dependente e reversão neocolonial”, organizado pelo prof. Fábio Campos.