José Dari Krein, Marilane Teixeira, Marcelo Manzano -

 

Este artigo busca indicar uma nova agenda para mudar a realidade atual do trabalho, considerando que a crise instalada pela pandemia tende a agravar tendências já em curso e acelerar mudanças. 

A questão central que orienta a reflexão é a permanência de um excedente estrutural de força de trabalho com um avanço da precarização do trabalho. 

Para enfrentar esses problemas é necessária uma alteração política profunda que supere o atual regime de acumulação, redefina o papel do Estado e o lugar do trabalho na sociedade. No caso do Brasil, é preciso considerar que se trata de um país de capitalismo tardio e periférico e sem um mercado de trabalho estruturado.

 

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